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2019
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Autores: |
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Simão Silva (Nº 1161849) |
1161849@isep.ipp.pt |
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Artur Shupa (Nº 1171070) |
1171070@isep.ipp.pt
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ObjetivoComo projeto da cadeira Laboratório de Sistemas, propusemo-nos à construção de um veículo autónomo (AGV - Automatic Guided Vehicle). O projeto irá ter diferentes etapas como a escolha do material adequado às nossas necessidades (motores, microcontrolador, sensores etc…), a construção mecânica do veículo, criação e implementação do Software (em linguagem C), criação do relatório onde indique o progresso efetuado no trabalho, contendo os esquemas elétricos, fluxogramas, o desenho da placa de circuito impresso (PCB – Printed Circuit Board) , descrição do projeto e melhorias a serem implementadas. Estado da ArteO objetivo de um Estado de Arte é apresentar o mais alto nível de desenvolvimento de uma determinada temática. Relativamente aos AGV, as empresas atualmente têm muito interesse em reduzir os seus custos, e procuram soluções que permitam agilizar o trabalho. Neste sentido, a procura por veículos autónomos e a crescente aposta em tecnologias de navegação cresceu bastante, devido às vantagens inerentes a estes sistemas. Estes veículos não necessitam de tripulante, podem operar remotamente, facilitam o transporte de mercadorias pesadas, de formar geral são mais rápidos e seguros, aumentando a produtividade da empresa. Estes veículos podem operar em diferentes tipos de seguimento de caminho: Dinâmico e Fixo. A opção recaiu sobre um seguimento fixo, no caso, um seguidor de linha, como ilustrado:
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De forma a sintetizar e facilitar a interpretação, no seguinte diagrama de blocos é apresentado o funcionamento do sistema:
A interação com o carro é feita através de uma aplicação, ligada por Bluetooth, com interface gráfica do utilizador (GUI). Através da aplicação é feito o controlo de todo o carro, como por exemplo escolher entre o modo seguidor de linha ou o modo Controlo Remoto. A informação enviada por Bluetooth é recebida no microcontrolador, que processa todos os dados e atua nos motores em conformidade com o modo escolhido.
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Neste capitulo são apresentados os componentes usados no projeto, bem como o circuito elétrico com a respetiva descrição, e a placa de circuito impresso. Microcontrolador
É utilizado o microcontrolador ATmega328, de 8 bits, por ter as capacidades necessárias para implementar este trabalho. O projeto faz uso de cinco entradas ADC (Analog Digital Converter) para os sensores óticos, comunicação USART (Universal Synchronous Asynchronous Receiver Transmitter), um Cristal Oscilador para que a frequência do Clock seja 16MHz, dois timers, Timer 0 (modo CTC) para o sistema mínimo (controlo do LED) e Timer 2 (modo FAST PWM) para gerar o sinal PWM para atuar nos motores.
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No seguinte video é possivel visualizar o carro em seguidor de linha, onde é perceptível o controlo PID a funcionar, tentando sempre minimizar o erro e colocar o carro numa trajectorio reta.
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Como reflexão final, pode-se afirmar que os objetivos propostos no início do projeto foram cumpridos, e sentimo-nos contentes com o resultado. No entanto, sabemos que existem ainda melhorias que podem ser implementadas e que trariam maior valor ao trabalho. Tivemos também algumas dificuldades na execução do projeto, principalmente a nível mecânico, uma vez que a roda omnidirecional nem sempre cumpre a trajetória correta, aplicando algum atrito no movimento do carro, dificultando o ajuste PID, e os motores utilizados poderiam ser outros, com maior binário, permitindo circular a velocidades baixas, mas não perder a “força” em algumas zonas do circuito. Tentamos também colocar o peso bem distribuído, centramos as baterias e a breadboard foi colocada na horizontal, para diminuir os desvios e equilibrar o carro. A nível de software, tentou-se criar um código limpo e de fácil perceção, dividindo as tarefas a serem executadas por funções, e comentando o código, até porque torna o “debugging” mais simples. Decidiu-se também trabalhar a 16MHz com o microcontrolador no sentido de agilizar e tornar as leituras mais rápidas, permitindo uma maior fluidez de ações. Como melhorias, poderia ter sido implementado a placa de circuito impresso fisicamente, e eventualmente adicionar um sensor SONAR para tornar o projeto mais versátil, fazendo com que o carro parasse de forma autónoma sempre que estivesse a 15cm de um objeto frontal, no entanto o tempo para aplicar tais mudanças foi escasso.
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[1] LABSI - Nuno Dias & Guilherme Amaral, Eletrónica Geral; [2] LABSI - Nuno Dias, Sensores; [3] LABSI - Ramiro Barbosa, Controlo Digital; [4] MICMIC - Lino Figueiredo, Apontamentos Teóricos; [5] ATMEL - ATmega328 Datasheet: https://octopart.com/atmega328-pu-microchip-77760210; [6] Eletrofun - Componentes: https://www.electrofun.pt/;
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